segunda-feira, 18 de julho de 2011

Azial

Por Janaína Netto

Tu és o tempo...
Que do gozo se fez o alento
Construção ordenada do milênio
Que por muitos e muitos séculos
Determinou os movimentos.
Tu és a estrutura perfeita
Que da luz reluzente
Cega os mais sábios videntes
Que se proclamaram auto-suficientes
Se afastando do passado, do futuro e do presente.
Tu és simplesmente Laíza...
Flor lilás do dia
Descendência infinita a qual não se explica.