segunda-feira, 18 de julho de 2011

Azial

Por Janaína Netto

Tu és o tempo...
Que do gozo se fez o alento
Construção ordenada do milênio
Que por muitos e muitos séculos
Determinou os movimentos.
Tu és a estrutura perfeita
Que da luz reluzente
Cega os mais sábios videntes
Que se proclamaram auto-suficientes
Se afastando do passado, do futuro e do presente.
Tu és simplesmente Laíza...
Flor lilás do dia
Descendência infinita a qual não se explica.

4 comentários:

  1. Acabei de chegar do lançamento de "Sangue Novo",
    meu exemplar ficou menos iluminado sem o teu autografo.

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  2. Herculano me deu o livro – Sangue Novo- e nele encontrei tua poesia e gostei muito

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  3. Muito obrigada a todos pelo reconhecimento!

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Quebre o silêncio!