Vontade de mergulhar num rio, perder os relógios.
Vontade de lavar as almas que tenho, uma por uma,
tirando o ranço de realidade de cada uma.
Deixar o verde, verde,
o branco, branco,
o azul, azul.
Colorir as almas, deixá-las leves
e depois partir num sonho qualquer,
encontrar outros tempos,
outras lendas diferentes.
Ouvir as histórias dos outros,
novas fábulas -
porque as minhas, coitadas,
já estão surradas.
Vou inventar uma nova mitologia,
uma totalmente minha,
onde os deuses são bons
e os sacrifícios, desnecessários.
A regra nos templos é ser feliz.
Que mais nos falta?
... para que possamos partir e experimentar sem pré-conceitos.
ResponderExcluirbeijo moça
"Ouvir as histórias dos outros,
ResponderExcluirnovas fábulas -
porque as minhas, coitadas,
já estão surradas."
Surradez que ganha contornos épicos aos olhos de outras pessoas. Basta um ângulo diferente de luz.
Se vc tivesse nascido em outras eras esperançosas, seria uma rosa, de luxemburgo.
ResponderExcluirOi meu nome é Adriana Também sou estudante de Letras UNEB Barreiras,e também gosto de escrever.
ResponderExcluirGostei muto dos seus poemas já estou te seguindo, se vc seguir o Fenix ficarei muito feliz bjs . Feliz 2012!