domingo, 13 de junho de 2010

Século XXI

Máquinas de amar estão à solta!
Máquinas de amar estão à solta!
As vozes retumbantes voam livres
e o medo é o menor dos males.

Máquinas de amar estão à solta!
Máquinas de amar estão à solta!
Queima a inveja no fogo dos olhos
De quem esqueceu como se faz.

Máquinas de amar estão à solta!
Máquinas de amar estão à solta!
Mãos frias não são desculpa
para os toques não ofertados.

Máquinas de amar estão à solta!
Máquinas de amar estão à solta!
Vamos morrer numa fogueira
de calor não declarado.

Máquinas de amar estão à solta?
Máquinas de amar estão à solta...

Precisamos reinventar o amor.

2 comentários:

  1. Esquecemos como se faz, máquinas que não sabem amar é o que parecemos, racionais e frias. Você capturou bem esse momento. Parabéns!

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  2. Lála, achei ótimo e bem oportuno. Aproveitando o São João, tomo a liberdade de acrescentar: "Precisamos reinventar a fogueira".

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Quebre o silêncio!