terça-feira, 27 de julho de 2010

De repente os meus sábados são sagrados

De repente os meus sábados são sagrados
e é uma odisséia deixar a cama.
Os pensamentos não são sublimes
mas as almas levitam ares novos.

Em cada manhã as pernas se beijam;
o chão é mais que uma opção.
Se o teto se tornar branco
podemos inventar novas luzes.

Os fins são como os começos:
as risadas se repetem sempre;
sempre se repete o roteiro.
Mas há um quê de novidade.

A felicidade não é tão difícil.

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